terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Teste de Gravidez. Você vai se surpreender com o resultado...

...Filho ....chega logo...a mamãe esta precisando de vc...

























E, lembre-se que:





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domingo, 4 de dezembro de 2016

NÃO! Se você tem dificuldade para falar “não” ou se fica com sentimento de culpa quando precisa recusar um pedido de favor, este texto é para você...

Você sabe dizer Não ??? Muitas vezes,para se ter paz e atingir objetivos, dizer "não" é a melhor saída.


Durante os últimos meses, um dos maiores aprendizados que tive foi começar a dizer “não” para todas as situações desconfortáveis ou que me fariam sacrificar prioridades.
Para conseguir escrever este texto, por exemplo, precisei de falar “não”. Antes de abrir o editor de texto, recebi a ligação de um conhecido que tinha uma “oportunidade imperdível” e queria me fazer uma apresentação. Uma simples reunião dessas poderia facilmente me roubar de 15 a 20 minutos. Por isso, disse que estava ocupado e pedi que me enviasse os detalhes por e-mail. Dessa forma, levo apenas 1 ou 2 minutos para decidir se tenho interesse na proposta.
Se eu tivesse recebido essa ligação há um tempo atrás, minha resposta teria sido completamente diferente. Eu provavelmente diria sim e faria a reunião imediatamente, mesmo sabendo que provavelmente seria uma perda de tempo. Meus pais me ensinaram que eu devo ser generoso, atencioso, sempre ajudar as pessoas, fazer favores. Logo, recusar um convite ou pedido de ajuda é o mesmo que ser mal educado, rude e até mesmo egoísta. Claro que eu não quero ser esse tipo de pessoa! Por isso, não é difícil entender porque eu acabei me tornando o cara “bonzinho”, que diz “sim” para tudo.
Mas ao agir assim eu estava criando um grande problema.

Por que você deve aprender a dizer “não”?


É simplesmente impossível agradar a todas as pessoas. Sempre ceder aos desejos e vontades dos outros é a forma mais fácil de deixar de lado nossas próprias necessidades. Quando dizemos “sim” para os outros, pagamos um preço por isso.

Talvez esse preço seja ficar até mais tarde no escritório, faltar ao treino da academia, passar menos tempo com quem amamos ou perder uma noite de sono para conseguir “encaixar” o imprevisto. Muitas vezes quando nos esforçamos para agradar aos outros estamos sacrificando nossos próprios interesses.



Não importa se te dizem que são apenas “5 minutinhos”. No fundo sabemos que isso quase nunca é verdade. Aqueles inofensivos minutinhos rapidamente se transformam em chateação, atrasos ou perda de foco no que realmente é importante.

Por que é tão difícil dizer “não”?




Mesmo sabendo que já estamos com a agenda cheia e que concordar com um pedido irá nos sobrecarregar, temos dificuldades para falar “não”. Seguem os principais motivos para isso.
Você quer ajudar: nós gostamos de ajudar os outros. Se alguém nos procura pedindo um favor ou um tempo, queremos ser legais, mesmo se já estivermos completamente atarefados.

Você quer proteger sua vaidade: todos querem ser vistos como pessoas generosas. Quando dizemos “não”, deixamos claro que nossos interesses são mais importantes para nós do que os desejos dos outros.

Você tem medo de parecer mal-educado: não queremos parecer anti-sociais ou rudes. Por isso não saímos dos grupos do WhatsApp que não pedimos para entrar ou aceitamos um convite mesmo sem estarmos a fim de ir.

Você tem medo de conflitos: quando o chefe nos pede para fazer algo que vai nos sobrecarregar, preferimos concordar porque temos medo de um possível conflito. O resultado é um expediente prolongado, trabalho aos finais de semana e, certamente, mais estresse.

Você tem medo de perder oportunidades: ao recusar um convite ou pedido de ajuda tememos que isso feche portas. Não queremos deixar de ir a tudo que é evento social com medo de estar deixando algo para trás.

Percebe como os sentimentos de medo, culpa e vaidade nos fazem sacrificar pelos interesses dos outros? Pessoas que agem motivadas por esses sentimentos não se dão conta do quanto isso é devastador!

Como dizer não?



Neste ponto acredito que todos já sabemos que é melhor defender nossos próprios interesses ao invés de concordar com tudo o que as outras pessoas querem de nós. Mas como fazer isso?


Vá direto ao ponto, sem entrar em detalhes


Na tentativa de não magoar o outro, algumas pessoas começam a se justificar demais, como se estivessem pedindo desculpas por não ajudar. Não faça isso! Você não precisa se explicar e muito menos pedir desculpas pela sua decisão. Lembre-se de que você não está fazendo nada de errado ao priorizar seus compromissos. Não comece se desculpando nem explique quais são suas prioridades. Não interessa se sua prioridade é terminar seu TCC ou assistir a um filme com a namorada. Isso não é da conta de mais ninguém.
Simplesmente diga: “Eu não posso me comprometer com isso, 
porque já tenho outras prioridades neste momento.”


Se você não está totalmente confortável se deve atender a um pedido, peça um tempo para pensar. Decidir sem analisar todos os ângulos é a receita para se arrepender mais tarde. Algumas pessoas usam “armadilhas” para tentar te persuadir a tomar uma decisão precipitada. Elas sabem que, se não for por impulso, você dificilmente irá concordar. Desconfie sempre que alguém te pressionar a tomar uma decisão. Cuidado com aquele vendedor que diz que a promoção só vale por hoje ou que é a última peça no estoque.
Simplesmente diga: “Eu até tenho interesse, mas não quero 
tomar uma decisão agora: 



Nunca são apenas 5 minutinhos


Algumas pessoas são incrivelmente insistentes. Mesmo quando você diz “não”, elas retrucam que será rapidinho. Cuidado, essa é uma armadilha! No fundo sabemos que não é verdade. Aquela reunião que poderia ter sido resolvida com um rápido email se transforma numa conversa sem fim. Se você se deparar com esse argumento, de que não vai tomar muito seu tempo, não dê ouvidos.
Simplesmente diga: “Eu te entendo, mas realmente não posso.”


Algumas pessoas usam estratégias de persuasão 
para nos manipular.



 Elas se aproximam, são simpáticas, nos fazem um pequeno favor, mas depois vêm pedir algo em troca. Como queremos retribuir o favor não conseguimos recusar. Esta técnica de manipulação se chama reciprocidade.
Há um tempo atrás um colega antigo e distante me convidou para um almoço. Relembramos histórias divertidas da faculdade e, ao final, ele fez questão de pagar a conta. Alguns dias depois ele me liga e pede minha “ajuda” para promover um produto que ele estava para lançar. O primeiro impulso que temos após criado o laço de reciprocidade é o de retribuir.
No entanto, aquela era uma armadilha que me deixava desconfortável. Entendendo o que havia acontecido e totalmente seguro de quais eram meus próprios interesses, pude dizer “não” ao meu colega sem qualquer sentimento de culpa.
Uma segunda arma de persuasão usada pelos manipuladores é te fazer um pedido absurdo para te deixar desconfortável por ter que dizer “não”. Em seguida, é feito um segundo pedido, bem menor que o primeiro, mas ainda assim, comprometedor. Por exemplo:
Um conhecido pede: “Estou sem meu computador e preciso terminar um trabalho importante. Você poderia me emprestar seu notebook até o final da semana?”

Você diz: “Infelizmente não posso ficar sem ele a semana toda.”

Daí, ele finalmente retruca: “Tudo bem, eu entendo… Mas será que então você poderia, pelo menos, me emprestá-lo somente até amanhã? Você me ajudaria muito e eu ficaria eternamente grato!”

Os manipuladores sabem que a chance de concordamos com o segundo pedido é muito maior. As pessoas se sentem mal por ter que dizer “não” após o primeiro pedido. Quando requisitadas novamente, com um pedido mais brando, elas se sentiriam ainda pior em dizer “não” e, só por isso, acabam concordando.               


É claro que, algumas vezes, você poderá dizer “sim” ao pedido de um conhecido. Nesses casos, antes de aceitar e acabar se arrependendo mais tarde, se assegure de que isso não vai entrar em conflito com seus compromissos já existentes. Acima de tudo, não tome decisões precipitadas, peça por um tempo para pensar quando não estiver 100% confortável e jamais concorde em fazer algo, por qualquer tipo de medo ou vaidade.
Ao dizer “não” você está deixando claro que não é apenas mais um cara bonzinho que só se enrola na tentativa de ser legal com todo mundo. É uma forma de defender os seus próprios interesses frente às vontades dos outros. (Eduardo Santorini)

Sobre o autor: Eduardo Santorini é coach de relacionamentos, criador do projeto Atitude.com e autor de livros e treinamentos sobre conquista. Atualmente ele é um dos maiores estudiosos dos mecanismos de atração entre homens e mulheres e seu trabalho já foi destaque nos principais veículos da mídia.

Fonte integral do texto : Atitude.Com


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Um Presente de Jesus para Você:

Certa feita convidou-nos o Divino Mestre:  
"Vinde a mim, todos vós que sofreis e vos aliviarei..."



Presença de Jesus

Para muitos, sobretudo pessoas que habitam países de largo desenvolvimento cultural, Jesus é uma figura incômoda, que precisa ser descartada juntamente com as religiões que se denominam cristãs. Consideram que o Mestre não marca mais presença no mundo.

No Canadá e na Europa, as igrejas estão às moscas, por conta do descontentamento geral em relação aos crimes cometidos em nome do Cristianismo. No rol das reclamações, a lista é considerável: Inquisição, apoio a tiranos e invasores impiedosos, guerras religiosas, perseguições a cientistas, sexualidade malconduzida, preferência por riquezas perecíveis em detrimento da defesa dos pobres, fracos e injustiçados. Sem dúvida, são ações incompatíveis com as lições do Cristo.

No entanto, como julgar tão severamente o Mestre por atos dos que se autoproclamam discípulos, mas, na verdade, são alunos relapsos, pretensiosos e displicentes? Cremos que esse julgamento simplista disfarça uma atitude comodista das almas que se apegam à lei do menor esforço.

O Novo Testamento é obra granítica, que há cerca de seis séculos pode ser consultado em qualquer tempo, por qualquer vivente. Nele brilham, sem mácula, os exemplos e lições do Cristo. Como julgá-lo e descartá-lo, sem consideração, se os seus ensinamentos não se confundem, de modo algum, com os atos de seus pretensos seguidores? Como confundir a clareza de suas lições com os dogmas interpostos a elas?


Na história de sua vida, constata-se, claramente, sua opção por uma existência simples e humilde. Embora seu nascimento tenha sido assinalado pela presença de uma estrela fulgurante, veio ao mundo em uma simples estrebaria, tendo como berço improvisado 
uma tosca manjedoura.

Optou por ajudar os pobres, cegos, coxos, paralíticos, perturbados do sexo, hansenianos, loucos, enfim, descartados da sociedade, que não tinham vez, nem voz. Foi Ele quem disse “o que fizerdes a um desses pequeninos é a mim mesmo que o fazeis”, quando recomendou que os seus seguidores vestissem os nus, dessem alimento aos que têm fome, visitassem os encarcerados. Ele mesmo não tinha uma pedra onde reclinar a cabeça. 
Suas túnicas eram simples e toscas, feitas por sua mãe.


Ensinou nas praças públicas, nos montes, nas estradas, junto ao Lago de Genesaré, distribuindo pães e peixes às multidões. Curou doentes de toda sorte. Privilegiou a caridade.

Ao longo de sua existência, demonstrou sabedoria muito acima da média, não se deteve, porém, nas academias de ciência, nem nos templos suntuosos, asseverando que Deus deve ser adorado em toda parte, mas, sobretudo, no interior do próprio coração humano.


Combateu a violência, exemplificou a paz. Recolocou a orelha de Malco, decepada por Pedro, pedindo ao discípulo que guardasse a espada porque “quem com ferro fere, com ferro será ferido”. E do alto do Gólgota, na cruz injusta, perdoou aos ofensores.

A verdade é que Jesus não fundou religião nenhuma. São de falha humana os erros acoplados às suas lições; conforme reconhecem os que têm “olhos de ver” e “ouvidos de ouvir”. Por isso, as pessoas angelicais, seguidoras de Jesus, passaram pelo planeta exemplificando o amor divino. E tornaram nosso mundo muito mais belo e acolhedor.

Neste Natal e por todo o Novo Ano, busquemos a presença de Jesus dentro de nós. Basta abrir o coração ao Sol do Amor Divino e servir ao próximo com devotamento e humildade, como Ele nos ensinou.


Fonte integral do Texto:  Folha Espírita online: Dezembro de 2008 - Edição número 412


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Desejamos-lhes um Natal e Ano Novo 

radiante da Luz de Jesus



Próspero Ano Novo: 2017  

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Terceira Guerra Mundial, o futuro que está reservado ao planeta Terra e a todos os seus habitantes nos próximos anos, segundo Chico Xavier.

Chico Xavier e 2019 Revelações Sobre o Destino da Terra



Folha Espírita publica revelações de Chico Xavier 
sobre o destino da Terra. 

Em razão da gravidade do assunto, trazemos aos leitores da Folha Espírita a revelação feita pelo mais importante médium da história humana, Francisco Cândido Xavier, a Geraldo Lemos Neto, fundador da Casa de Chico Xavier, de Pedro Leopoldo (MG), e da Vinha de Luz Editora, de Belo Horizonte (MG), em 1986, sobre o futuro que está reservado ao planeta Terra e a todos os seus habitantes nos próximos anos.

"Há muito tempo carrego este fardo comigo e sempre me preocupei no sentido de que Chico Xavier não me falaria tudo o que relato nesta edição da Folha Espírita à toa, senão com uma finalidade específica. Na ocasião da conversa que descrevo nas páginas seguintes, senti que minha mente estava recebendo um tratamento mnemônico diferente para que não viesse a esquecer aquelas palavras proféticas, e que, em momento oportuno do futuro, eu seria chamado a testemunhá-las.

Assim, tive a felicidade de conviver na intimidade com Chico Xavier, dialogando com ele vezes sem conta, madrugada a dentro, sobre variados assuntos de nossos interesses comuns, notadamente sobre esclarecimentos palpitantes acerca da Doutrina dos Espíritos e do Evangelho de Jesus", recorda.



... viveu na pobreza, cercado de doentes e necessitados de toda ordem, experimentou toda a sorte de vicissitudes e perseguições para ser supliciado quase abandonado pelos seus amigos mais próximos e morrer crucificado entre dois ladrões?

Não nos esqueçamos de que o fundador do Evangelho atravessou toda sorte de provações, padeceu o martírio da cruz, mas depois ele largou a cruz e ressuscitou para a Vida Imortal! Isso deve servir de roteiro para a Pátria do Evangelho. Um dia haveremos de ressuscitar das cinzas de nosso próprio sacrifício para demonstrar ao mundo inteiro a imortalidade gloriosa! ', esclareceu".

Geraldo Lemos Neto - Na seqüência da nossa conversa, perguntei ao Chico o que ele queria exatamente dizer a respeito do sacrifício do Brasil. Estaria ele a prever o futuro de nossa nação e do mundo? Chico pensou um pouco, como se estivesse vislumbrando cenas distantes e, depois de algum tempo, retornou para dizer-nos:

"Você se lembra, Geraldinho, do livro de Emmanuel A Caminho da Luz? Nas páginas finais da narrativa de nosso benfeitor, no capítulo XXIV, cujo título é O Espiritismo e as Grandes Transições?

Nele, Emmanuel afirmara que os espíritos abnegados e esclarecidos falavam de uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do Sistema Solar, da qual é Jesus um dos membros divinos, e que a sociedade celeste se reuniria pela terceira vez na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a sagrada missão de redimir a nossa humanidade, para, enfim, decidir novamente sobre os destinos do nosso Mundo.



"Pois então, Emmanuel escreveu isso nos idos de 1938 e estou informado que essa reunião de fato já ocorreu. Ela se deu quando o homem finalmente ingressou na comunidade planetária, deixando o solo do mundo terrestre para pisar pela primeira vez o solo lunar.
O homem, por seu próprio esforço, conquistou o direito e a possibilidade de viajar até a Lua, fato que se materializou em 20 de julho de 1969. 



O que posso lhe dizer, Geraldinho, é que depois de muitos diálogos e debates entre eles foram dadas diversas sugestões e, ao final do celeste conclave, a bondade de Jesus decidiu conceder uma última chance à comunidade terráquea, uma última moratória para a atual civilização no planeta Terra. Todas as injunções cármicas previstas para acontecerem ao final do século XX foram então suspensas, pela Misericórdia dos Céus, para que o nosso mundo tivesse uma última chance de progresso moral.

"O curioso é que nós vamos reconhecer nos Evangelhos e no Apocalipse exatamente este período atual, em que estamos vivendo, como a undécima hora ou a hora derradeira, ou mesmo a chamada última hora".

Perguntei-lhe sobre qual fora então as deliberações de Jesus, e ele me respondeu:

"Nosso Senhor deliberou conceder uma moratória de 50 anos à sociedade terrena, a iniciar-se em 20 de julho de 1969, e, portanto, a findar-se em julho de 2019. 


... com a finalidade de colaborar para que nós ingressássemos mais rapidamente na comunidade planetária do Sistema Solar, como um mundo mais regenerado, ao final desse período.

Algumas potências angélicas de outros orbes de nosso Sistema Solar recearam a dilação do prazo extra, e foi então que Jesus, em sua sabedoria, resolveu estabelecer uma condição para os homens e as nações da vanguarda terrestre.

Segundo a imposição do Cristo,as nações mais desenvolvidas e responsáveis da Terra deveriam aprender a se suportarem umas às outras, respeitando as diferenças entre si, abstendo-se de se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear. A face da Terra deveria evitar a todo custo a chamada III Guerra Mundial.

Segundo a deliberação do Cristo, se e somente se as nações terrenas, durante este período de 50 anos, aprendessem a arte do bom convívio e da fraternidade, evitando urna guerra de destruição nuclear, o mundo terrestre estaria enfim admitido na comunidade planetária do Sistema Solar corno um mundo em regeneração. Nenhum de nós pode prever, Geraldinho, os avanços que se darão a partir dessa data de julho de 2019, se apenas soubermos defender a paz entre nossas nações mais desenvolvidas e cultas!"
"Nós alcançaremos a solução para todos os problemas de ordem social, como a solução para a pobreza e a fome que estarão extintas;



O Homem terrestre terá amplo e total acesso à informação e à cultura, 

que se fará mais generalizada;

Também os nossos irmãos de outros planetas mais evoluídos terão a permissão expressa de Jesus para se nos apresentarem abertamente, colaborando conosco e oferecendo-nos tecnologias novas, até então inimagináveis ao nosso atual estágio de desenvolvimento científico;

Haveremos de fabricar aparelhos que nos facilitarão o contato com as esferas desencarnadas, possibilitando a nossa saudosa conversa com os entes queridos que já partiram para o além-túmulo;

Enfim estaríamos diante de um mundo novo, uma nova Terra,uma gloriosa fase de espiritualização e beleza para os destinos de nosso planeta."



"Caso a humanidade encarnada decida seguir o infeliz caminho da III Guerra mundial, uma guerra nuclear de consequências imprevisíveis e desastrosas, aí então a própria mãe Terra, sob os auspícios da Vida Maior, reagirá com violência imprevista pelos nossos homens de ciência.

O homem começaria a III Guerra, mas quem iria terminá-la seriam as forças telúricas da natureza, da própria Terra cansada dos desmandos humanos, e seríamos defrontados então com terremotos gigantescos;

Maremotos e ondas (tsunamis) conseqüentes;

Veríamos a explosão de vulcões há muito extintos;

Enfrentaríamos degelos arrasadores que avassalariam os povos do globo com trágicos resultados para as zonas costeiras, devido à elevação dos mares;

E, neste caso, as cinzas vulcânicas associadas às irradiações nucleares nefastas acabariam por tomar totalmente inabitável todo o Hemisfério Norte de nosso globo terrestre".
  "Em todas as duas situações, o Brasil cumprirá o seu papel no grande processo de espiritualização planetária. Na melhor das hipóteses, nossa nação crescerá em importância sociocultural, política e econômica perante a comunidade das nações.

Não só seremos o celeiro alimentício e de matérias-primas para o mundo, como também a grande fonte energética com o descobrimento de enormes reservas petrolíferas que farão da Petrobrás uma das maiores empresas do mundo". 
  "O Brasil crescerá a passos largos e ocupará importante papel no cenário global, isso terá como conseqüência a elevação da cultura brasileira ao cenário internacional e, a reboque, os livros do Espiritismo Cristão, que aqui tiveram solo fértil no seu desenvolvimento, atingirão o interesse das outras nações também.

Agora, caso ocorra a pior hipótese, com o Hemisfério Norte do planeta tornando-se inabitável, grandes fluxos migratórios se formariam então para o Hemisfério Sul, onde se situa o Brasil, que então seria chamado mais diretamente a desempenhar o seu papel de Pátria do Evangelho, exemplificando o amor e a renúncia, o perdão e a compreensão espiritual perante os povos migrantes.


"A Nova Era da Terra, neste caso, demoraria mais tempo para chegar com todo seu esplendor de conquistas científicas e morais, porque seria necessário mais um longo período de reconstrução de nossas nações e sociedades, forçadas a se reorganizarem em seus fundamentos mais básicos".

"Nosso Brasil como o conhecemos hoje será então desfigurado e dividido em quatro nações distintas.

Somente uma quarta parte de nosso território permanecerá conosco e aos brasileiros restarão apenas os Estados do Sudeste somados a Goiás e ao Distrito Federal.

Os norte-americanos, canadenses e mexicanos ocuparão os Estados da Região Norte do País, em sintonia com a Colômbia e a Venezuela.

Os europeus virão ocupar os Estados da Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai, à Argentina e ao Chile.

Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e coreanos, virão ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, a Bolívia e o Peru.

E, por fim, os Estados do Nordeste brasileiro serão ocupados pelos russos e povos eslavos.

Nós não podemos nos esquecer de que todo esse intrincado processo tem a sua ascendência espiritual e somos forçados a reconhecer que temos muito que aprender com os povos invasores. 


Não estamos entregues à fatalidade nem predeterminados ao sofrimento. Estamos diante de uma encruzilhada do destino coletivo que nos une à nossa casa planetária, aqui na Terra.

Temos diante de nós dois caminhos a seguir.

O caminho do amor e da sabedoria nos levará a mais rápida ascensão espiritual coletiva.

O caminho do ódio e da ignorância acarretar-nos-á mais amplo dispêndio de séculos na reconstrução material e espiritual de nossas coletividades.
Tudo virá de acordo com nossas escolhas de agora, individuais e coletivas. Oremos muito para que os Benfeitores da Vida Maior continuem a nos ajudar e incentivar a seguir pelo Caminho da Verdade e da Vida.

O próprio espírito Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas.
São na realidade um Grande Aviso espiritual para que nos melhoremos 

e afastemos de nós a hipótese do pior caminho. 




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Fontes: 

Texto integral do Blog da Folha Espírita

e

Cura e Ascenção